Uma fulana tumultuando no meu telefone, não dava trégua.
Mesmo depois de tarde, já estava em casa, tranqüilo preparando o meu jantar e o telefone tornando a tocar – Deus, daí me a santa paciência - fez que fez. Acabei queimando a minha sopa, e com isso qualquer chance que ela (a fulana supra citada) pudesse vir a ter. Porque pode até causar, falar gracinha, mas não bagunça com o meu jantar!
A falta de amor próprio nesses casos me assusta. Como pode tamanha ignorância! Não sabe que para ser amado ou querido o ser humano precisa amar-se primeiro.
Auto-Estima é a palavra chave!
“constituir um ser humano, um nós, é trabalho que não dá férias nem concede descanso; haverá paredes frágeis, rachaduras, cálculos malfeitos. Quem sabe um pedaço que vai desabar. Mas se abrirão também janelas para a paisagem e varandas para o Sol”.
Mesmo depois de tarde, já estava em casa, tranqüilo preparando o meu jantar e o telefone tornando a tocar – Deus, daí me a santa paciência - fez que fez. Acabei queimando a minha sopa, e com isso qualquer chance que ela (a fulana supra citada) pudesse vir a ter. Porque pode até causar, falar gracinha, mas não bagunça com o meu jantar!
A falta de amor próprio nesses casos me assusta. Como pode tamanha ignorância! Não sabe que para ser amado ou querido o ser humano precisa amar-se primeiro.
Auto-Estima é a palavra chave!
“constituir um ser humano, um nós, é trabalho que não dá férias nem concede descanso; haverá paredes frágeis, rachaduras, cálculos malfeitos. Quem sabe um pedaço que vai desabar. Mas se abrirão também janelas para a paisagem e varandas para o Sol”.
Parafraseando Lya Luft: O que se produzir – casa habitável ou ruína estéril – será a soma do que pensaram e pensamos do nós, do quanto amaram e nos amamos, do que nos fizeram pensar que valemos e do que fizemos para confirmar ou mudar isso. Para tal misturam-se boa-vontade e equívocos, sedução e celebração, palavras amorosa e convites recusados. Participamos de uma singular dança de máscaras sobrepostas, atrás das quais somos o objeto de nossa própria inquietação. Nem inteiramente vítimas nem totalmente senhores, cada momento de cada dia um desafio.
Todas essas facetas acabam por nos consumir, mas também nos alimenta. Pura e simplesmente é isso que nos faz humanos.
Precisamos nos “revolucionar”, de alguma forma nos reinventar. Para saber lidar com nosso conformismo, quando a situação carece de mudança e nos controlar quando os momentos de crise não passam de idéias, impostas por aqueles que nada mais são do que malditos invejosos, perturbados e acima de tudo;
Precisamos nos “revolucionar”, de alguma forma nos reinventar. Para saber lidar com nosso conformismo, quando a situação carece de mudança e nos controlar quando os momentos de crise não passam de idéias, impostas por aqueles que nada mais são do que malditos invejosos, perturbados e acima de tudo;
MAL-AMADOS
# La Prise De La Bastille – Carl Ditters Von Dittersdorf (1733-1799) #
# La Prise De La Bastille – Carl Ditters Von Dittersdorf (1733-1799) #
Um comentário:
Tá demais hein Bernadeteee...TDM!!!!
Saudades pra caramba de vc viu...
bjoca
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