O Japão Esteve aqui, não fui trabalhar hoje, ressaca total, que se danem os engravatados.
Hoje quero parar e pensar na vida...
Achei alguns textos antigos, vou me refugiar neles, ao menos enquanto a ausência do meu sobrinho permitir...
Voltando ao Japão, ele passou aqui, veio buscar um doce para minha irmã e voltou com frases do tipo:
- oh, aqui está. Seu irmão me entregou e pediu para dizer que a ama!
Gargalhadas surgiram, mas entre um texto antigo e outro me deparo com isso aqui, acho que até já publiquei isso uma vez, but who cares, it fits so right to the ocasion...
Coincidência?? Acho que não SINTONIA, essa é a resposta.
Por Tudo Que É Bom e Legal
Eu amo minha mãe,
Por tudo que não é,
Mas em grande parte pelo que ela é.
Eu amo meu pai,
Por todas as coisas que pensa,
Mas realmente pelo amor que tem por sua crença.
Eu amo meu trabalho,
Por tudo que não entendo,
Mas no fundo porque dele irei sobreviver.
Eu amo meu sobrinho,
Apesar de estar sempre causando,
Mas sei que é fase e já está passando.
Eu amo minha irmã,
Não Por estar sempre me dando sermão,
Mas Por ter feito de mim um irmão.
Eu amo essa sensação,
De ter alguma coisa pra contar,
Mas penso que o melhor é evitar.
Você pode analisar a sua vida,
Dizer que não é correta,
Ainda assim não poderão mudar sua conduta.
Eu amo minha caneta,
Não por todas as coisas para que serve,
Mas porque é ela quem melhor me descreve.
Eu amo meu caderno,
Linhas companheiras ao longo dos anos,
Agradando gregos e troianos.
Todas as perguntas daqueles que esperam,
Levam tempo para encontrar o caminho,
Mas saiba que metade das respostas,
Estão nas falhas dos teus erros.
Eu até amo você estranho,
Eu posso nem sempre demonstrar,
Mas creio que existe muita coisa boa em você, eu sei!
12/06/2004
# Late Night - 2 PAC #
quinta-feira, dezembro 29, 2005
quarta-feira, dezembro 28, 2005
Choices...
Essa época do ano, nada mais do que escolhas, elas vem aos montes que nem percebemos.
Temos de escolher os presentes de natal, os que queremos ganhar e os que vamos dar, a melhor roupa, o que beber para não acordar “sequelado”, entre outras. Superado os obstáculos do natal, surgem duas mil opções para o Reveillon. São lugares para viajar, amigos para acompanhar, baladas para ir e com tudo isso mais uma porção de escolhas, todas devendo ser analisadas com o devido cuidado...
Nem sempre é possível fazer o programa que queremos, seja para não “magoar” um outro amigo, por falta de grana ou paciência que seja. È complicado, se acabar optando para viajar com fulano vai irredutivelmente estar deixando cicrano de lado, e se as amizades não forem verdadeiras vão surgir problemas, e que problemas-, é, porque existem amigos de verdade e os “meio-amigos”, os de verdade são aqueles que se vêem uma vez ao ano e tudo passa como se estivessem sempre juntos, vivem cada instante, cada momento com intensidade, aproveitando o que cada um tem de melhor a oferecer, enquanto que os meio-amigos tem aquela necessidade de estar sempre junto, se cobrando, chegando até a rolar uma ciumeira...
Pensando bem, que se dane tudo isso, vá fazer o que quer... Se sua vontade for ir acampar com suas namoradas hippies faça-o, se quiser ir viajar pra encontrar alguém, boa sorte, se quiser passar suas primeiras horas de 2006 na RAVE ...
Brincadeiras à parte, o que vai ser desse reveillon eu ainda não sei, é provável que exagere na birita e queime a largada, só acordando em 2006, mas até lá vou me divertir descobrindo o que fazer ou deixar de fazer... Se nos encontrarmos, bom, do contrário... Paciência!
# Cantarolando Tupac na cabeça... that´s The way it is... #
Temos de escolher os presentes de natal, os que queremos ganhar e os que vamos dar, a melhor roupa, o que beber para não acordar “sequelado”, entre outras. Superado os obstáculos do natal, surgem duas mil opções para o Reveillon. São lugares para viajar, amigos para acompanhar, baladas para ir e com tudo isso mais uma porção de escolhas, todas devendo ser analisadas com o devido cuidado...
Nem sempre é possível fazer o programa que queremos, seja para não “magoar” um outro amigo, por falta de grana ou paciência que seja. È complicado, se acabar optando para viajar com fulano vai irredutivelmente estar deixando cicrano de lado, e se as amizades não forem verdadeiras vão surgir problemas, e que problemas-, é, porque existem amigos de verdade e os “meio-amigos”, os de verdade são aqueles que se vêem uma vez ao ano e tudo passa como se estivessem sempre juntos, vivem cada instante, cada momento com intensidade, aproveitando o que cada um tem de melhor a oferecer, enquanto que os meio-amigos tem aquela necessidade de estar sempre junto, se cobrando, chegando até a rolar uma ciumeira...
Pensando bem, que se dane tudo isso, vá fazer o que quer... Se sua vontade for ir acampar com suas namoradas hippies faça-o, se quiser ir viajar pra encontrar alguém, boa sorte, se quiser passar suas primeiras horas de 2006 na RAVE ...
Brincadeiras à parte, o que vai ser desse reveillon eu ainda não sei, é provável que exagere na birita e queime a largada, só acordando em 2006, mas até lá vou me divertir descobrindo o que fazer ou deixar de fazer... Se nos encontrarmos, bom, do contrário... Paciência!
# Cantarolando Tupac na cabeça... that´s The way it is... #
quinta-feira, dezembro 22, 2005
Nada mais que Piva
Esse texto de Roberto Piva, descreve perfeitamente os devaneios que me rondam a cabeça ultimamente. Como já escrevi por três vezes hoje, sem nada digno de publicar, nada melhor que deixar quem soube se expressar com maestria fazê-lo.
"...Eu defendo o direito de todo ser Humano ao Pão & à Poesia
Estamos sendo destruídos em nosso núcleo biológico,
nosso espaço vital & dos animais está reduzido a
proporções ínfimas
Quero dizer que o torniquete da civilização está
provocando dor no corpo & baba histérica
o delírio foi afastado da Teoria do Conhecimento
& nossas escolas estão atrasadas pelo menos cem anos
em relação às últimas descobertas científicas no
campo da física, biologia, astronomia, linguagem,
pesquisa espacial, religião, ecologia,
poesia-cósmica, etc.,
provocando abandono das escolas no vício de linguagem &
perda de tempo
em currículos de adestramento, onde nunca ninguém vai
estudar Einstein, Gerard de Nerval, Nietzsche,
Gilberto Freyre, J. Rostand, Fourier, W.
Heinsenberg, Paul Goodman, Virgílio, Murilo
Mendes, Max Born, Sousandrade, Hynek, G. Benn,
Barthes, Robert Sheckley, Rimbaud, Raymond
Roussel, Leopardi, Trakl, Rajneesh, Catulo, Crevel,
São Francisco, Vico, Darwin, Blake, Blavatsky,
Krucënych, Joyce, Reverdy, Villon, Novalis,
Marinetti, Heidegger & Jacob Boehme
& por essa razão a escola se coagulou em Galinheiro
onde se choca a histeria, o torcicolo & repressão
sexual,
não existindo mais saída a não ser fechá-la &
transformá-la em Cinema onde crianças &
adolescentes sigam de novo as pegadas da
Fantasia com muita bolinação no escuro.
Os partidos políticos brasileiros não têm nenhuma
preocupação em trazer a UTOPIA para o quotidiano.
Por isso em nome da saúde mental das novas gerações
eu reivindico o seguinte:
1 - Transformar a Praça da Sé em horta coletiva & pública.
2 - Distribuir obras dos poetas brasileiros entre os garotos (as) da Febem, únicos capazes de
transformar a violência & angústia de suas almas em música das esferas.
3 - Saunas para o povo.
4 - Construção urgente de mictórios públicos ( existem pouquíssimos, o que prova que nossos políticos nunca andam a Pé ) & espelhos.
5 - Fazer da Onça (pintada, preta & suçuarana) o Totem da nacionalidade.
Organizar grupos de Proteção à Onça em seu habitat natural. Devolver as onças que vivem trançadas em zoológicos às florestas.
Abertura de inscrições para voluntários que queiram se comunicar telepaticamente com
as onças para sabermos de suas reais dificuldades.
Desta maneira as onças poderiam passar uma temporada de 2 semanas entre os homens &
nesse período poderiam servir de guias & professores na orientação das crianças cegas.
6 - Criação de uma política eficiente & com grande informação ao público em relação aos
Discos-Voadores. Formação de grupos de contato & troca de informação. Facilitar relações eróticas entre terrestres & tripulantes dos OVNIS.
7 - Nova orientação dos neurônios através da Gastronomia Combinada & da Respiração.
8 - Distribuição de manuais entre sexólogas (os) explicando por que o coito anal derruba o Kapital.
9 - Banquetes oferecidos à população pela Federação das Indústrias.
10 - Provocar o surgimento da Bossa-Nova Metafísica & do Pornosamba.
O Estado mantém as pessoas ocupadas o tempo integral para que elas NÃO pensem eroticamente, libertariamente".
Novalis, o poeta do romantismo alemão que contemplou a Flor Azul, afirmou: "Quem é muito velho para delirar evite reuniões juvenis.
Agora é tempo de saturnais literárias. Quanto mais variada a vida tanto melhor ".
"...Eu defendo o direito de todo ser Humano ao Pão & à Poesia
Estamos sendo destruídos em nosso núcleo biológico,
nosso espaço vital & dos animais está reduzido a
proporções ínfimas
Quero dizer que o torniquete da civilização está
provocando dor no corpo & baba histérica
o delírio foi afastado da Teoria do Conhecimento
& nossas escolas estão atrasadas pelo menos cem anos
em relação às últimas descobertas científicas no
campo da física, biologia, astronomia, linguagem,
pesquisa espacial, religião, ecologia,
poesia-cósmica, etc.,
provocando abandono das escolas no vício de linguagem &
perda de tempo
em currículos de adestramento, onde nunca ninguém vai
estudar Einstein, Gerard de Nerval, Nietzsche,
Gilberto Freyre, J. Rostand, Fourier, W.
Heinsenberg, Paul Goodman, Virgílio, Murilo
Mendes, Max Born, Sousandrade, Hynek, G. Benn,
Barthes, Robert Sheckley, Rimbaud, Raymond
Roussel, Leopardi, Trakl, Rajneesh, Catulo, Crevel,
São Francisco, Vico, Darwin, Blake, Blavatsky,
Krucënych, Joyce, Reverdy, Villon, Novalis,
Marinetti, Heidegger & Jacob Boehme
& por essa razão a escola se coagulou em Galinheiro
onde se choca a histeria, o torcicolo & repressão
sexual,
não existindo mais saída a não ser fechá-la &
transformá-la em Cinema onde crianças &
adolescentes sigam de novo as pegadas da
Fantasia com muita bolinação no escuro.
Os partidos políticos brasileiros não têm nenhuma
preocupação em trazer a UTOPIA para o quotidiano.
Por isso em nome da saúde mental das novas gerações
eu reivindico o seguinte:
1 - Transformar a Praça da Sé em horta coletiva & pública.
2 - Distribuir obras dos poetas brasileiros entre os garotos (as) da Febem, únicos capazes de
transformar a violência & angústia de suas almas em música das esferas.
3 - Saunas para o povo.
4 - Construção urgente de mictórios públicos ( existem pouquíssimos, o que prova que nossos políticos nunca andam a Pé ) & espelhos.
5 - Fazer da Onça (pintada, preta & suçuarana) o Totem da nacionalidade.
Organizar grupos de Proteção à Onça em seu habitat natural. Devolver as onças que vivem trançadas em zoológicos às florestas.
Abertura de inscrições para voluntários que queiram se comunicar telepaticamente com
as onças para sabermos de suas reais dificuldades.
Desta maneira as onças poderiam passar uma temporada de 2 semanas entre os homens &
nesse período poderiam servir de guias & professores na orientação das crianças cegas.
6 - Criação de uma política eficiente & com grande informação ao público em relação aos
Discos-Voadores. Formação de grupos de contato & troca de informação. Facilitar relações eróticas entre terrestres & tripulantes dos OVNIS.
7 - Nova orientação dos neurônios através da Gastronomia Combinada & da Respiração.
8 - Distribuição de manuais entre sexólogas (os) explicando por que o coito anal derruba o Kapital.
9 - Banquetes oferecidos à população pela Federação das Indústrias.
10 - Provocar o surgimento da Bossa-Nova Metafísica & do Pornosamba.
O Estado mantém as pessoas ocupadas o tempo integral para que elas NÃO pensem eroticamente, libertariamente".
Novalis, o poeta do romantismo alemão que contemplou a Flor Azul, afirmou: "Quem é muito velho para delirar evite reuniões juvenis.
Agora é tempo de saturnais literárias. Quanto mais variada a vida tanto melhor ".
terça-feira, dezembro 20, 2005
Up All Night...
Desenvolver, desenvolver...
Ando me cobrando um texto digno ultimamente, sinto como se a essência me escapasse por entre os dedos (literalmente, em tempos modernos, onde se abandonou à “pena” e só faz-se uso da “digitação”)...
Talvez seja isso, a impessoalidade que se tem com o teclado. A relação com a “pena”, tem um que de intimidade, um vínculo entre as idéias e a ponta no papel, munidos pela força de três dedos que só se limita ao alcance do pensamento, e a quantidade da tinta obviamente.
De certo modo é na Caligrafia que se expressa o sentimento. A raiva, o rancor, a paixão, a alegria. Todos se exprimem de forma distinta na caligrafia.
E em pensar em escrever, logo me vem à mente todas as cartas não escritas, todas as palavras não ditas.
Em meio a devaneios me transportei para um lugar qualquer, nesse mesmo lugar...
Para longe dos problemas onde você, musa - porque precisas ser tão ímpar, em relação às demais pobres mortais. Fazendo de mim um eterno sonhador, sempre a procurar e fadado a não encontrar-, está presente.
Olho ao meu redor, mesmo em pensamento e só mediocridade eu vejo.
Vejo mulheres belas, porém tolas. Vejo mulheres brilhantes, mas tão preocupadas em se auto-afirmar como independentes que se tornam maçantes...
A comparação é inevitável, me recordo das que já tive, quis ter, as que quase tive.
Algumas tão próximas do “ideal” outras tão distantes.
Com o passar do tempo, percebo que me deixei levar e fugi aos meus instintos, mas hoje sei que deu-se uma mudança radical na minha atitude em relação a você, ó mítica musa dos meus sonhos.
Não desisto de um fio de cabelo seu e estou disposto a lutar por você com o que ou quem quer que seja, e espero, brindando à vida, ganhando tempo, que chegue o momento certo, que eu saberei reconhecer quem realmente és...
#Why Should you Come When I Call - Counting Crows #
Ando me cobrando um texto digno ultimamente, sinto como se a essência me escapasse por entre os dedos (literalmente, em tempos modernos, onde se abandonou à “pena” e só faz-se uso da “digitação”)...
Talvez seja isso, a impessoalidade que se tem com o teclado. A relação com a “pena”, tem um que de intimidade, um vínculo entre as idéias e a ponta no papel, munidos pela força de três dedos que só se limita ao alcance do pensamento, e a quantidade da tinta obviamente.
De certo modo é na Caligrafia que se expressa o sentimento. A raiva, o rancor, a paixão, a alegria. Todos se exprimem de forma distinta na caligrafia.
E em pensar em escrever, logo me vem à mente todas as cartas não escritas, todas as palavras não ditas.
Em meio a devaneios me transportei para um lugar qualquer, nesse mesmo lugar...
Para longe dos problemas onde você, musa - porque precisas ser tão ímpar, em relação às demais pobres mortais. Fazendo de mim um eterno sonhador, sempre a procurar e fadado a não encontrar-, está presente.
Olho ao meu redor, mesmo em pensamento e só mediocridade eu vejo.
Vejo mulheres belas, porém tolas. Vejo mulheres brilhantes, mas tão preocupadas em se auto-afirmar como independentes que se tornam maçantes...
A comparação é inevitável, me recordo das que já tive, quis ter, as que quase tive.
Algumas tão próximas do “ideal” outras tão distantes.
Com o passar do tempo, percebo que me deixei levar e fugi aos meus instintos, mas hoje sei que deu-se uma mudança radical na minha atitude em relação a você, ó mítica musa dos meus sonhos.
Não desisto de um fio de cabelo seu e estou disposto a lutar por você com o que ou quem quer que seja, e espero, brindando à vida, ganhando tempo, que chegue o momento certo, que eu saberei reconhecer quem realmente és...
#Why Should you Come When I Call - Counting Crows #
APENAS OUTRO FINAL DE SEMANA...
Hoje, dias depois ainda não me conformo com tamanha loucura, seis marmanjos entorpecidos pelo álcool, as gargalhadas, nem ai para ninguém, carpe diem à flor da pele...
Um conjunto de cenas bizarras, a pena é não ter nenhum registro fotográfico, quase como Dante retratou o “seu inferno”. Mas no final, salvaram-se todos, com exceção do cabeça que foi pego no Bingo ,Segunda-Feira as quatro da tarde!!! Cabeça Toma juízo meu filho... rsrs
Aloha
Um conjunto de cenas bizarras, a pena é não ter nenhum registro fotográfico, quase como Dante retratou o “seu inferno”. Mas no final, salvaram-se todos, com exceção do cabeça que foi pego no Bingo ,Segunda-Feira as quatro da tarde!!! Cabeça Toma juízo meu filho... rsrs
Aloha
quinta-feira, dezembro 15, 2005
Fico aqui imaginando como será uma das tantas despedidas da turma do guetto, até nosso embarque para a espanha. O que se segue é um relato fictício, do que provavelmente venha a ser uma dessas tantas despedidas...
Estávamos no Guarujá, sexta-feira, no mesmo bar de sempre – alguns meses antes de embarcar para a Espanha, sem gravatas, pernas sobre a mesa, garrafas vazias por todo lado. Como quem diz “chega, missão cumprida” –, podemos estar no ano de 2006, mas sentamo-nos na mesma mesa, entre as mesmas pessoas, falando sobre os mesmos assuntos (como de fato sempre fizemos).
Poesia, política, história, filosofia, trabalho e, é claro (perdoem-me as “esposas”) mulheres...
Entre um copo e outro, como em um clássico do Barça, no calor da conversa a coisa era mais ou menos assim:
Eu, o mais novo, roubava a bola, dava um pique até a linha de fundo e cruzava para a área, onde um dos nossos atacantes esperava pelo lance que nos garantisse o “gol”:
Um trocadilho (como a eterna sátira ao Lesado), um poema, uma frase de efeito que fosse.
Memoráveis tabelinhas entre Xavequini e Bode garantiam o sucesso da equipe – quando não cismávamos de discutir ou brigar entre nós, por razões existenciais e etílicas de menor interesse, como a eterna discussão de se o Senhor dos Anéis era a melhor adaptação de obra literária para o cinema ou não.
Em geral, prevalecia o critério da amizade cuidadosa: não pise nos meus calos que eu não piso nos seus. O que era bem mais lucrativo para todos (e para o dono do Quintino também, lógico), salvo quando o anão estava presente, porque ai a gozação era geral...
Naquela sexta falávamos de um tema muito importante para o “entrosamento do time”:
As relações criativas e/ou degenerativas entre nossas brilhantes teses e idéias com o alcoolismo... Eu, que nunca simpatizei com o estereótipo do “boêmio” (yeah right), aproveitei para relembrar meia dúzia de idéias, inclusive a da viagem, que cujo sucesso e breve execução associei mais ao personagem que encarnamos na bebedeira do que à idéia propriamente dita...
As teorias e devaneios sobre a quarta dimensão do Bode foram meu alvo predileto:
Se Trocássemos o ambiente da varanda de sua casa, onde dividíamos o espaço com as latas de cerveja, por uma sala de aula e xícaras de chá, diríamos que seus “ensinos” eram mal construídos, infantis, sem fundamento e daí para baixo.
Ora, qual não foi minha surpresa, nesse mesmo dia ao ouvir mais uma de suas teorias mirabolantes, em que prendera a atenção até do ERVILHA, que até arriscou alguns palpites.
Risadas gerais, Chitão então alisa o seu balzaquiano bigode, e como de costume diz:
-SEeeMPRE.
E entorna um quarto da sua caipirinha, fiel escudeira do seu copo de cerveja, antes de mudarmos o rumo da prosa e nos despedirmos por mais uma vez.
Foi uma das últimas vezes em que nos vimos antes de embarcar – o que me dava mais um motivo para alimentar pessoal simpatia pela turma do guetto e seu “confessionalismo” bebum.
ao som de meus pensamentos e um telefone intrometido, que cisma em interromper meu brainstorm...
Estávamos no Guarujá, sexta-feira, no mesmo bar de sempre – alguns meses antes de embarcar para a Espanha, sem gravatas, pernas sobre a mesa, garrafas vazias por todo lado. Como quem diz “chega, missão cumprida” –, podemos estar no ano de 2006, mas sentamo-nos na mesma mesa, entre as mesmas pessoas, falando sobre os mesmos assuntos (como de fato sempre fizemos).
Poesia, política, história, filosofia, trabalho e, é claro (perdoem-me as “esposas”) mulheres...
Entre um copo e outro, como em um clássico do Barça, no calor da conversa a coisa era mais ou menos assim:
Eu, o mais novo, roubava a bola, dava um pique até a linha de fundo e cruzava para a área, onde um dos nossos atacantes esperava pelo lance que nos garantisse o “gol”:
Um trocadilho (como a eterna sátira ao Lesado), um poema, uma frase de efeito que fosse.
Memoráveis tabelinhas entre Xavequini e Bode garantiam o sucesso da equipe – quando não cismávamos de discutir ou brigar entre nós, por razões existenciais e etílicas de menor interesse, como a eterna discussão de se o Senhor dos Anéis era a melhor adaptação de obra literária para o cinema ou não.
Em geral, prevalecia o critério da amizade cuidadosa: não pise nos meus calos que eu não piso nos seus. O que era bem mais lucrativo para todos (e para o dono do Quintino também, lógico), salvo quando o anão estava presente, porque ai a gozação era geral...
Naquela sexta falávamos de um tema muito importante para o “entrosamento do time”:
As relações criativas e/ou degenerativas entre nossas brilhantes teses e idéias com o alcoolismo... Eu, que nunca simpatizei com o estereótipo do “boêmio” (yeah right), aproveitei para relembrar meia dúzia de idéias, inclusive a da viagem, que cujo sucesso e breve execução associei mais ao personagem que encarnamos na bebedeira do que à idéia propriamente dita...
As teorias e devaneios sobre a quarta dimensão do Bode foram meu alvo predileto:
Se Trocássemos o ambiente da varanda de sua casa, onde dividíamos o espaço com as latas de cerveja, por uma sala de aula e xícaras de chá, diríamos que seus “ensinos” eram mal construídos, infantis, sem fundamento e daí para baixo.
Ora, qual não foi minha surpresa, nesse mesmo dia ao ouvir mais uma de suas teorias mirabolantes, em que prendera a atenção até do ERVILHA, que até arriscou alguns palpites.
Risadas gerais, Chitão então alisa o seu balzaquiano bigode, e como de costume diz:
-SEeeMPRE.
E entorna um quarto da sua caipirinha, fiel escudeira do seu copo de cerveja, antes de mudarmos o rumo da prosa e nos despedirmos por mais uma vez.
Foi uma das últimas vezes em que nos vimos antes de embarcar – o que me dava mais um motivo para alimentar pessoal simpatia pela turma do guetto e seu “confessionalismo” bebum.
ao som de meus pensamentos e um telefone intrometido, que cisma em interromper meu brainstorm...
My Wandering Days Are Over...
São três e meia da manhã e eu aqui, tomado por um sentimento diferente, em face do falecimento trágico de um primo de meu grande amigo bode - que aqui me atrevo a chamar de melhor amigo. Acabei puxando papo com mamãe e dentro de instantes estávamos falando de Bernardo, não eu, mas um filho de uma amiga, que morrera no auge dos seus dezenove anos de forma igualmente trágica em um acidente fatal, e quem inspirou meu nome.
Essa mãe, que vivenciou a provação que mãe alguma quer passar, acabou escrevendo “A BUSCA” – Blanche Charnaux
Comecei a lê-lo antes de dormir, o livro é tão intenso, conflitante e por final confortante, que o cigarro vai se esvaindo por entre os dedos e nem me percebo, passo a tragar as linhas daquele relato tão sofrido, tão vivido, por aquela que apesar de já conhecer pessoalmente é como se agora finalmente tivesse me sido apresentada.
Já são mais de centro e trinta páginas, que passaram como o vento, um furacão de emoções, que me fizeram chorar e derramar lágrimas como há tempos não o fazia, chóro aqui sózinho, padecendo e querendo confortar essa pessoa que mesmo tão distante me parece tão próxima. Suas confissões ainda que ali escritas, são tão sinceras e abertas que percorrem o ambiente como em um diálogo.
A vida inteira soube que meu nome fora dado em “Homage” a essa pessoa, mas foi hoje que me senti ligado a tudo isso. Os personagens se cruzando, a minha realidade com a dele. Diga o que quiser, sempre tive um Quê de Existencialista em meus textos, e não vai ser agora, envolto em tamanha sensibilidade que vou deixar isso de lado.
Ao meu xará dedico essa música que ouço no momento # Mes Jeunes Années - Charles Trenet #
Essa mãe, que vivenciou a provação que mãe alguma quer passar, acabou escrevendo “A BUSCA” – Blanche Charnaux
Comecei a lê-lo antes de dormir, o livro é tão intenso, conflitante e por final confortante, que o cigarro vai se esvaindo por entre os dedos e nem me percebo, passo a tragar as linhas daquele relato tão sofrido, tão vivido, por aquela que apesar de já conhecer pessoalmente é como se agora finalmente tivesse me sido apresentada.
Já são mais de centro e trinta páginas, que passaram como o vento, um furacão de emoções, que me fizeram chorar e derramar lágrimas como há tempos não o fazia, chóro aqui sózinho, padecendo e querendo confortar essa pessoa que mesmo tão distante me parece tão próxima. Suas confissões ainda que ali escritas, são tão sinceras e abertas que percorrem o ambiente como em um diálogo.
A vida inteira soube que meu nome fora dado em “Homage” a essa pessoa, mas foi hoje que me senti ligado a tudo isso. Os personagens se cruzando, a minha realidade com a dele. Diga o que quiser, sempre tive um Quê de Existencialista em meus textos, e não vai ser agora, envolto em tamanha sensibilidade que vou deixar isso de lado.
Ao meu xará dedico essa música que ouço no momento # Mes Jeunes Années - Charles Trenet #
quarta-feira, dezembro 07, 2005
O Arbitrário e o Medíocre...
Mudanças ocorreram no começo desse segundo semestre de dois mil e seis, mudanças a priori imperceptíveis, mas que com o passar do tempo se mostraram verdadeiras e pertinentes, entre elas à dura realidade de encarar o maior fantasma do universitário, a DEPENDENCIA, a famosa “DP”. Não vou mentir, terminei o segundo ano de faculdade com duas máculas no meu boletim e como um “Cartesiano” que sou, quis logo tratar de eliminar essas duas matérias, para assim seguir em frente com a minha carreira acadêmica.
Todo esse Blá Blá Blá tem um propósito, e foi cursando essas matérias que me deparei com dois professores de peculiaridades totalmente opostas. O primeiro, um Advogado bem sucedido, professor em diversas universidades de renome no estado de São Paulo, Um homem com caráter, vivência, dotado de um saber jurídico, filosófico e um espírito transigente, enquanto que do outro lado estava o caro Salles, que inegavelmente tem seu conhecimento do assunto ao qual se presta ser professor, porém infelizmente podemos limita-lo a isso. Não tenho raiva ou algo parecido - Apesar dele ter demonstrado tamanho inconformismo com meu sucesso e bem estar pessoal. Esse texto não é um desabafo inconformado, mas sim um estudo axiológico e sociológico.
A princípio ficava me perguntando o que tinha feito ou proporcionado para esta criatura, que a cada vez que pronunciava meu nome ao realizar a chamada “torcia o nariz”, mas depois, em um momento desses de reflexão, regrado de cerveja, cigarros e dizeres de mamãe tudo ficou claro, o problema não era o que eu tinha feito ou deixado de fazer por ele, mas sim o que ele não conseguiu obter.
Pare e pense...
Um cidadão de um metro e cinqüenta (sem ofensas aos meus amigos de baixa estatura), com seus quarenta e poucos anos, cuja única realização na vida foi passar em um concurso para o MP e que até hoje figura como promotor “substituto” em sua eterna espera por notoriedade. Acostumado com suas “vaquinhas de presépio”, que são seus alunos do 4º semestre da manhã, que ainda acreditam que um nicho no ramo do direito (ou bixo como seus pupilos APROVADOS escreveram em prova), é um fenômeno que ocorre quando um animal selvagem invade o fórum...
Esse mesmo cara, medíocre, limitado em suas funções e obviamente sobressaindo-se sobre seus alunos pára-quedistas, se viu frente a frente com moi, que como vocês sabem, não leva desaforos para casa, adora uma boa discussão, e quando sóbrio faz bom uso da retórica, usou-se do poder a ele investido pela faculdade para, como dizem os populares: Me foder... (Excuse my french)
Pensando bem, só podia dar no que deu...
Posto isso, é sensível e claro dizer que a arbitrariedade anda de mãos dadas com a mediocridade, mas não tem nada não. Em 2008 eu faço essa DP com outro professor, de preferência com os atributos do caro mestre Lazirini (primeiro mencionado).
# Dulce Pontes & Carlos Nuñez – Lela #
Todo esse Blá Blá Blá tem um propósito, e foi cursando essas matérias que me deparei com dois professores de peculiaridades totalmente opostas. O primeiro, um Advogado bem sucedido, professor em diversas universidades de renome no estado de São Paulo, Um homem com caráter, vivência, dotado de um saber jurídico, filosófico e um espírito transigente, enquanto que do outro lado estava o caro Salles, que inegavelmente tem seu conhecimento do assunto ao qual se presta ser professor, porém infelizmente podemos limita-lo a isso. Não tenho raiva ou algo parecido - Apesar dele ter demonstrado tamanho inconformismo com meu sucesso e bem estar pessoal. Esse texto não é um desabafo inconformado, mas sim um estudo axiológico e sociológico.
A princípio ficava me perguntando o que tinha feito ou proporcionado para esta criatura, que a cada vez que pronunciava meu nome ao realizar a chamada “torcia o nariz”, mas depois, em um momento desses de reflexão, regrado de cerveja, cigarros e dizeres de mamãe tudo ficou claro, o problema não era o que eu tinha feito ou deixado de fazer por ele, mas sim o que ele não conseguiu obter.
Pare e pense...
Um cidadão de um metro e cinqüenta (sem ofensas aos meus amigos de baixa estatura), com seus quarenta e poucos anos, cuja única realização na vida foi passar em um concurso para o MP e que até hoje figura como promotor “substituto” em sua eterna espera por notoriedade. Acostumado com suas “vaquinhas de presépio”, que são seus alunos do 4º semestre da manhã, que ainda acreditam que um nicho no ramo do direito (ou bixo como seus pupilos APROVADOS escreveram em prova), é um fenômeno que ocorre quando um animal selvagem invade o fórum...
Esse mesmo cara, medíocre, limitado em suas funções e obviamente sobressaindo-se sobre seus alunos pára-quedistas, se viu frente a frente com moi, que como vocês sabem, não leva desaforos para casa, adora uma boa discussão, e quando sóbrio faz bom uso da retórica, usou-se do poder a ele investido pela faculdade para, como dizem os populares: Me foder... (Excuse my french)
Pensando bem, só podia dar no que deu...
Posto isso, é sensível e claro dizer que a arbitrariedade anda de mãos dadas com a mediocridade, mas não tem nada não. Em 2008 eu faço essa DP com outro professor, de preferência com os atributos do caro mestre Lazirini (primeiro mencionado).
# Dulce Pontes & Carlos Nuñez – Lela #
quinta-feira, dezembro 01, 2005
UMA VISÃO DE NATAL
Dia 1º de Dezembro, agora é que são elas...
Digo elas, porque é nessa época do ano, que grande parte da população do sexo feminino passa a se portar feito louca, atrás de tudo quando é tipo de adornos e preparativos para os festejos natalinos. Não é preciso ir muito longe, basta olhar em volta e reparar nos diálogos entre mães e filhas. Aquele clima de “competição” é deixado de lado e elas passam agora a dividir seus “conhecimentos”, usam-se de termos e critérios específicos, dignos do mais nobre jardineiro, na escolha da árvore de Natal Ideal, tais como:
- Esse caule não lhe parece estreito demais??
- Essa tem deficiência de clorofila, repare no tom opaco de suas folhas...
E assim segue em ritmo desenfreado, a busca pelo pinheiro perfeito.
É nessa época do ano, que na cabeça de cada uma, suas casas confundem-se com verdadeiros palácios, onde não se admite uma falha na pintura qualquer, bem como um cômodo sem lampadinhas, guirlandas ou algo do gênero.
Pobre de nós, filhos, maridos e colegas de quarto, que com um simples sorriso somos convencencidos, de forma quase que servil a sair pendurando as benditas lampadinhas pelos cantos mais inóspitos de nossas moradas.
Se você mora em condomínio (vertical) e tem uma “senhora” como síndica. Pode ter certeza que dentro de dias ou mesmo alguns instantes, você vai se deparar com um sujeito dependurado em seu prédio, pintando-o, lavando a fachada ou trocando as pastilhas, que já não se encontravam no padrão natalino de qualquer mulher...
Acho que é uma das poucas épocas do ano em que elas não ligam para a trama da novela e passam a se preocupar com a eficiência da instalação elétrica e a distribuição das tomadas - com exceção daquela especial para o secador de cabelos ao lado do espelho, que é requisito essencial para qualquer mulher que se preze comprar uma casa.
Antes de saírem mandando E-mails indignados - digo isso porque constantemente tenho minha caixa de E-mails “invadida” por pessoas que se sentem diminuídas ou negligenciadas nesse blog de baixa circulação, que mais serve de terapia ocupacional do que meio de difusão.
Ao contrário do que pode parecer, não estou aqui tentando desrespeitar a integridade da mulher, muito menos limitá-la a um comportamento fútil ou coisa parecida, apenas uso de “rótulos” e brincadeiras, para de forma divertida traçar um paralelo entre os costumes e o cotidiano de cada um... Até porque se a mãe, mulher, amiga faz o que faz, não tem outro propósito, senão, atender nossos “desejos” mais intrínsecos, e a prova clara de que realmente são especiais, é o fato de terem um dia em sua homage, coisa que nós do sexo masculino ainda não obtivemos.
Brincadeiras a parte, deixo aqui minhas sinceras considerações a todas as mulheres que conheço, principalmente family, as que comigo trabalham, estudam ou me fazem companhia nas horas vagas.
Para aquelas que ainda não conheço, fica uma certeza!
NÃO ME VENHAM COM ESSA HISTÓRIA DE PENDURAR “LAMPADINHAS DE NATAL”
Um grande abraço e nos encontramos por esse mundo afora.
Digo elas, porque é nessa época do ano, que grande parte da população do sexo feminino passa a se portar feito louca, atrás de tudo quando é tipo de adornos e preparativos para os festejos natalinos. Não é preciso ir muito longe, basta olhar em volta e reparar nos diálogos entre mães e filhas. Aquele clima de “competição” é deixado de lado e elas passam agora a dividir seus “conhecimentos”, usam-se de termos e critérios específicos, dignos do mais nobre jardineiro, na escolha da árvore de Natal Ideal, tais como:
- Esse caule não lhe parece estreito demais??
- Essa tem deficiência de clorofila, repare no tom opaco de suas folhas...
E assim segue em ritmo desenfreado, a busca pelo pinheiro perfeito.
É nessa época do ano, que na cabeça de cada uma, suas casas confundem-se com verdadeiros palácios, onde não se admite uma falha na pintura qualquer, bem como um cômodo sem lampadinhas, guirlandas ou algo do gênero.
Pobre de nós, filhos, maridos e colegas de quarto, que com um simples sorriso somos convencencidos, de forma quase que servil a sair pendurando as benditas lampadinhas pelos cantos mais inóspitos de nossas moradas.
Se você mora em condomínio (vertical) e tem uma “senhora” como síndica. Pode ter certeza que dentro de dias ou mesmo alguns instantes, você vai se deparar com um sujeito dependurado em seu prédio, pintando-o, lavando a fachada ou trocando as pastilhas, que já não se encontravam no padrão natalino de qualquer mulher...
Acho que é uma das poucas épocas do ano em que elas não ligam para a trama da novela e passam a se preocupar com a eficiência da instalação elétrica e a distribuição das tomadas - com exceção daquela especial para o secador de cabelos ao lado do espelho, que é requisito essencial para qualquer mulher que se preze comprar uma casa.
Antes de saírem mandando E-mails indignados - digo isso porque constantemente tenho minha caixa de E-mails “invadida” por pessoas que se sentem diminuídas ou negligenciadas nesse blog de baixa circulação, que mais serve de terapia ocupacional do que meio de difusão.
Ao contrário do que pode parecer, não estou aqui tentando desrespeitar a integridade da mulher, muito menos limitá-la a um comportamento fútil ou coisa parecida, apenas uso de “rótulos” e brincadeiras, para de forma divertida traçar um paralelo entre os costumes e o cotidiano de cada um... Até porque se a mãe, mulher, amiga faz o que faz, não tem outro propósito, senão, atender nossos “desejos” mais intrínsecos, e a prova clara de que realmente são especiais, é o fato de terem um dia em sua homage, coisa que nós do sexo masculino ainda não obtivemos.
Brincadeiras a parte, deixo aqui minhas sinceras considerações a todas as mulheres que conheço, principalmente family, as que comigo trabalham, estudam ou me fazem companhia nas horas vagas.
Para aquelas que ainda não conheço, fica uma certeza!
NÃO ME VENHAM COM ESSA HISTÓRIA DE PENDURAR “LAMPADINHAS DE NATAL”
Um grande abraço e nos encontramos por esse mundo afora.
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