Acho que poucas coisas são mais agradáveis de dizer do que:
- Ahh... Hoje é Sexta-Feira!!!
Parece então que no fim do expediente desse belo dia, todas as “batalhas” da semana, bem como as duplicatas à pagar vão parar no mundo paralelo dos Isqueiros... – QUAL FUMANTE QUE NUNCA COGITOU ESSA HIPOTESE CADA VEZ QUE “PERDIA” UM ISQUEIRO?!? (Mas isso é outra história).
Vivendo e aprendendo. Ontem aprendi que não sou nada sem um cortador de queijo. fiquei horas me debatendo... Tentando cortar uma só fatia com a faca, enquanto que na posse do meu cortador de queijo (Que não é Dos Melhores Por Sinal) eu não tenho problema algum.
Pensando assim, essa semana Foi boa para dar valor as pequenas “cousas”, que nem sempre damos o merecido reconhecimento.
Uma graças ao meu amigo Luizinho (Sim, ele aprontou novamente), sua teimosia e “coragem” de levar o carro aos limites. – Não vá achando que é aquele clichê: Quase morri e por isso, agora dou valor a vida... - Não estou muito bem, obrigado! Falo de GASOLINA, isso Gasolina. Calma, não vá sair por ai Dizendo que o São bebeu gasolina ou que o Luizinho pirou de vez e tentou atear fogo nele. Calma não foi isso, ou pelo menos ainda não. Haha
O que se procedeu foi o que há tempos já era esperado, e para ser sincero, até que demorou p/ acontecer...
Que o carro do Luizinho sempre anda na reserva é fato, porém ultimamente desafiando as leis da Física, Química, Matemática, entre outras Ciências, nosso amigo tem andado com o carro abaixo da Reserva.
Pode parecer mentira, mas pergunte a qualquer um que andou no abacate móvel nesses últimos meses...
Até que o inevitável aconteceu. Numa noite tranqüila de quarta, depois da aula, eu pouco cansado escuto a seguinte frase:
- Vamos sócio que não sei se a Gasolina Vai Dar...
- CARALHO ESSE LUIZINHO É FODA – Penso Comigo e entro no carro sem titubear!
O que segue é uma mistura de Tragédia Grega com Comédia Pastelão. Ainda rumando em direção aos Astúrias, o Carro começa a engazopar. O ponteiro a extrema esquerda do medidor, abrindo um leque de quase 180º (cento e oitenta graus) entre o que seria o tanque cheio até onde se encontra o ponteiro atualmente. Mostrando o quão crítica é a situação...
- Sócio aproveita o Embalo e vai na “Banguela”, joga um ponto morto e vai no fluxo – Digo sem medir esforços.
- “Vruummmm” - Fico observando sem que acreditar, mas lá está meu caro amigo causando com o acelerador e de certo terminando com o pouco que restava da nossa gasolina!
- Que nada, tem que dar “umas Aceleradas” p/ ver se da uma limpada – Ele Me diz em tom enfático como quem sabe de tudo (alias é típico dele e do xunda esse tipo de comportamento).
- Ta Bom – Digo já cabisbaixo, nessa altura já orando por alguma ajuda, ou um pouco de “bom senso” para meu amigo.
Depois de alguns quarteirões, meia dúzia de esticadas e vários momentos de tensão (toda hora que o carro “engazopava”). Ele sucumbe a pressão e diz:
- É sócio, acho que vou ter que abastecer, não se preocupa que eu paro naquele posto da tua rua.
- Boa, agora vê se vai tranqüilo...
- “Vruummmm”
- Porra, esse Luizinho não tem Jeito mesmo – Penso eu balançando a cabeça.
Quando p/ nossa surpresa chegamos lá. O maldito posto estava fechado, e não havia nada que pudéssemos fazer a não ser procurar outra fonte de combustível. Olho no Relógio são 23:32 (onze e trinta e dois), poucos minutos se passaram dês do momento em que deixamos o Doug em casa, mas sinto que já estou a horas nesse perrengue.
Finalmente tudo já estava para acabar, o posto estava a poucos metros e se não paramos ainda não vai ser agora! Doce Ilusão...
Não é que paramos à poucos metros do Posto - Nada do carro ligar - Do nada escuto:
- É sócio... Acho que acabou a gasolina!
Balanço a cabeça incrédulo, como quem quer dizer: - É mesmo??? – Puto da Vida
- Vamos empurrar então, o posto é logo ali – Digo cheio de disposição.
- Ok, só que eu vou ter que ficar no carro para guiar – Luizinho me Diz com aquele mesmo Tom, de quem sabe tudo.
- “U Caralho” vai empurrando pela porta e guiando! Não vou empurrar sozinho não, ou melhor, vamos encostar o carro direito aqui e você corre lá no posto para comprar um daqueles “saquinhos”. Pêra aí, “saco”. Porque como diria chitão: “saquinho é coisa de veado”... - Eu falo. Agora Esbravejando.
Momentos Depois... Enquanto lutávamos para despejar a gasolina dentro do tanque, o Luizinho estava tenso...
- Que foi sócio?? – Pergunto eu.
- "PÔ", fui comprar a Gasolina lá e um dos caras no posto ficou me zoando... – Agora totalmente humilde bem diferente do que foras instantes atrás.
- Lógico isso é o mínimo, eu no lugar dele faria o mesmo – Penso e tenho até vontade de falar, mas digo somente:
- Nem liga sócio, dos males esse é o menor...
Portanto, essa semana aprendi a dar valor a gasolina, meu cortador de queijo e a veracidade dos ditados populares: "água mole pedra dura, tanto bate até que fura".
Os. Se Liga Luizinho, Juízo menino.
# Free - Train #
Um comentário:
Ai meu Deus...vc é meu entretenimento aqui nesse escritorio mais doq tedioso viu...hahahahha
Que história...que irresponsabilidade a do Luizinho, alem doq isso fode com o carro...mas enfim né...ao menos vcs sairam disso td sãos e salvos...hahahahahha
Sem noção...ateh eu andei rabiscando umas coisas aqui...(como sempre mas nunca passo pro meu blogger)...deep stuff!
Anyways...vc nao existe COUSA!
Bjoca
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