Um fim de semana atípico eu confesso, Com direito a repouso no sábado e tudo mais.
Acordei Domingo pronto. Eram oito nove horas da manhã e lá estava o lesado me acordando p/ ir embora. É tão bom acordar num domingo sabendo onde se está, sem sentir a cabeça girar e o corpo cansado.
Por falar em corpo, hoje Despertou em mim certo interesse pela linguagem corporal. Se você acredita naquele velho clichê: “de que não há como entender as mulheres”, use isso em seu favor.
A forma como as pessoas se comunicam (mulheres principalmente) com o corpo é nítida, e depois de se observar alguns aspectos básicos. Da para tentar entender alguma coisa.
O jeito com que mechem as mãos e entrelaçam os dedos, a forma e a constância em que ajeitam os cabelos. Tudo parece querer dizer alguma coisa.
Até Bandini, escolado em bundas como era, sabia o quanto sua “companheira” estava com raiva pela contração de suas as nádegas – um infalível sinal de raiva numa mulher.
Por outro lado, os velhos clichês do tipo: “Amanhã é outro dia”, “Os ventos tornaram-se favoráveis” são ladainha pura. – A essa altura você deve estar se perguntando, o que diabos tenho contra os Clichês...
Eu nada tenho contra clichês, mas a respeito desses te respondo de antemão.
Acredito que não somos apenas levados à revelia numa torrente.
Somos PARTICIPANTES. Temos de saber que seremos expostos a fatalidades e imprevistos e que o grande segredo da vida não é o Nirvana, mas sim as “barreiras” que criamos p/ tornar as tribulações da semana suportáveis, deixando de lado a vontade de fugir de tudo e aguardar a chegada do fim-de-semana, aproveitando tudo que a semana nos oferece.
Roubando umas palavras do Takeda: É preciso deixar de ser aquele que fala de batalhas hipotéticas, sem vida, de adultos pela metade, de pessoas como eu e você, que crescemos, ficamos mais fortes e simplesmente esperamos pelo fim.
# The First Of The Gang To Die - Morrisey #
Um comentário:
Totally indeed....msm essa semana nao tendo começado la mto bem pra moi...mas td bem!
Bjoca
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