Nossa, há tempos que não passava por aqui, tem bastante coisa nova desde meu último post...
Já passei por essa metástase Pseudo Teen/Radiohead/Jean Valjean Alucinado, sempre com as mesmas indagações:
- "who am I?"
- "What the hell i'm doing here?"
- "If you want me too, i'll be the one?"
- "Am I Evil?"
Mas de uns tempos para cá, I Go with the flow, sem me preocupar muito com esse existêncialismo todo, como nas plavras do mestre Bob marley...
"And who the cap fit, let them wear it".
Pois é...
Passei a vida inteira tentando fugir dos pleonasmos, como aqueles que queriam me copiar, me reinventar e me tirar do sério, achando que quanto mais esdrúxulo (wow lembrei a mama falando agora), mais único eu seria...
Que nada!! pura balela. Quanto mais desviava dos padrões de comportamento, menos autêntico e singular eu me tornava.
Naquela luta constante em descobrir novos sons, livros, poetas e lugares me dei conta que virei um clichê ambulante e que não importa o quanto agente lute, uma hora ou outra a contracultura deixa de ser contracultura.
Mas não pense que é fácil assimilar e compreender esse entendimento quando se tem 16 anos e o mundo a sua volta está prestes a desabar. Você nem imagina quantas bebedeiras e cinzeiros transbordados foram necessários....
O conforto veio quando me dei conta que não é o que vestimos, lemos e ouvimos que nos fazem ser diferentes, pertencer ou não a determinado grupo, mas a quintessência intrínseca que existe em cada um de nós.
Não importa o quanto lutem, as vaquinhas de presépio sempre vão seguir o bom pastor e por mais que as cabras se revoltem: "sheeps goes to heaven / Goats Go to hell".
sempre foi assim e sempre será. Quando aprendemos a lidar com a grande dicotomia da vida é que vamos saber tirar o máximo do que ela nos oferece e descobrir assim, a nossa verdadeira identidade!
Um comentário:
NOSSA SÉRIO AMEI ESTE BLOG VC ESCREVE MUITO BEM
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