terça-feira, agosto 01, 2006

Autobiography

Santista de nascimento, Guarujaense de paixão. Nascido em 29/06/1985, sob o signo de câncer, lua não sei de que, e ascendente em vontade de criar. Filho de Flavia Maria e Eduardo Meyer, neto de Alcides Pagetti e Terezinha Ferreira e Charley Meyer e Any May respectivamente, carrega nas veias menos o sangue de filho que a herança emocional do avô. Sabe-se que Alcides foi pioneiro, empresário e homem bonito... e que "faleceu" em 1980. Aos demais, coube a tarefa de moldar o seu caráter e amá-lo de maneira incondicional. Ah, sim! o menino Bernardo, cognominado desde cedo Bê, tem uma irmã mais velha que insiste em pegar no pé, e outra mais nova que adora rir bem alto e preparar guloseimas na cozinha.


Sabe-se ainda que Bernardo nasceu fadado às formalidades, e de pequeno já era "chato" ou como lhe chamavam: "Ameriquinho". Adora longas bebedeiras com os amigos, fim de tarde na praia, conjecturar sobre o amor, e, claro, os poemas de Pablo Neruda. Seus livros preferidos são os de John Fante, Fernando Pessoa e Gabriel Garcia Marques.


Muito recentemente releu "100 anos de solidão" e, por isso, se for chamado de Jose Arcadio, Buendia, ou Bigode, pode até ser que ele atenda. Anda querendo ampliar sua bagagem literária porque sabe que leu muito pouco até hoje. Vive pelas letras. Suas e alheias. Estudante de Direito, ingressou na Unisantos, trancou matrícula em decorrência de uma vontade de viajar, e até agora, não plenamente saciada, vê a vida em tons de cinza. Já não tem nas mãos todo tempo do mundo; mas tira bom proveito dos poucos segundos que lhe ofertam.


Espera melhores condições de vida. Espera tanto, que sua música preferida acaba por fim se tornando a do momento. Os momentos mais marcantes de sua vida foram o nascimento do sobrinho, e, por fim, a descoberta de que os desfechos de qualquer namoro sempre foram muito mais complexos do que supunha. Em 2003 passou a acreditar no que escrevia. Quer aprender outras línguas; ser desconhecido, pelo menos por um dia; surfar nas Mentawais sozinho; ler tudo o que já foi escrito até hoje; conhecer Jesus, e outras personalidades bíblicas. Se tiver um filho dará a ele o nome do avô. Se for mulher, será jornalista. Não pretende se casar. Tem intenções artísticas não moldadas, como sua voz, que não se emoldurou em tom algum. Gosta do fascínio que o cinema lhe exerce e vive a brincar de "diretor". Não sabe dançar. Mas dança. Não sabe cantar. Mas canta, ainda que no chuveiro. Amou sempre menos do que foi amado. Exerce uma espiritualidade própria, mas não tem religião. Foi fortemente influenciado pela Igreja Católica. Conhecer a Australia é uma de suas finalidades óbvias. Acha muito atraente mulher que faz biquinho. É propenso à solidão e à melancolia, bem como é propenso a possibilidade de amar

#I've Got A Thing About Seeing My Grandson Grow Old - Cat Stevens #

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#Where Do The Children Play - Cat Stevens#

Um comentário:

Anônimo disse...

colorblind
e eu nao pego no pé coisa nenhum
humpf